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O que aconteceu na 5ª edição da Conferência Brasileira do Clima?

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Em 2023, a CBMC enfrentou o desafio de compreender a complexidade da agenda climática, considerando os impactos variados dos eventos climáticos nas populações humanas e as disparidades de classe, raça e gênero. A busca por uma agenda ambiental integrada aos direitos humanos e à governança transversal tornou-se crucial. A V CBMC, seguindo as Diretrizes para a Ação Climática, concentrou-se em abordagens colaborativas e interdisciplinares para enfrentar a crise, centralizando a discussão sobre o clima na tomada de decisões e descentralizando suas ações para incluir diversas vozes e territórios. Essas questões foram fundamentais para o coletivo de organizações da CBMC, impulsionando a exploração de novos caminhos rumo à descarbonização e ao envolvimento social.

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Atividades

Palestrantes

Visualizações

Edição IV (2022)

Eventos CBMC oficiais: 

  • Virtual em 15 de agosto no canal do Ethos no YouTube. 

  • Presencial em Natal (RN) nos dias 04, 05 e 06 de outubro.

Painéis CBMC durante a Conferência Ethos em: 

  • Rio de Janeiro (RJ) no dia 20 de junho. 

  • Belém (PA), 18 de setembro. 

  • São Paulo (SP) nos dias 21 e 22 de novembro. 

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programação

V CBMC

Programação

Assista a programação gravada da V Conferência Brasileira de Mudança do Clima, no YouTube.

09h às 10h

Abertura da V Conferência Brasileira de Mudança do Clima (capítulo virtual) e Transição Energética Justa: Oportunidades e Desafios

A ação tem como objetivo discutir caminhos para a transição energética justa em contextos locais, o papel da governança e das parcerias para que a transição energética seja efetiva.

10h10 às 11h

Por um Pacto Federativo Climático: caminhos para o fortalecimento da resiliência subnacional

O objetivo da atividade é identificar ações estratégicas que visam promover a resiliência climática e que possam ser fortalecidas por meio da revisão do Pacto Federativo brasileiro. Busca-se explorar mecanismos que possam ser adotados ou aperfeiçoados pelos três níveis da federação frente à mitigação, adaptação e nivelamento das capacidades municipais e estaduais a respeito dos impactos da mudança do clima.

11h10 às 12h

Plano Clima – Caminhos para a gestão climática no Brasil

Apresentação do processo de construção do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e oportunidades de participação do setor empresarial na elaboração das estratégias geral e setoriais.

14h30 às 15h

Caminhos para a Sustentabilidade: Educação Ambiental, Territórios e Mudanças Climáticas

O painel visa apresentar uma metodologia de construção de atividades educativas que enfoque a interligação entre territórios e mudanças climáticas, com o propósito de promover a conscientização ambiental. A abordagem tem o objetivo de refletir sobre como um processo educativo pode ser construído a partir de questões locais concretas, aproximando o tema das mudanças climáticas com a realidade dos educandos.

15h10 às 16h

Soluções climáticas para quem? Como as ações políticas afetam as vivências de mulheres nos territórios

A atividade tem como objetivo discutir os possíveis impactos causados pela entrada de projetos de soluções climáticas que vêm sendo implementados nos territórios sem considerar as comunidades locais e seus modos de vida, dentre eles, projetos de transição energética, crédito de carbono, REDD+, entre outros. Para observar as alterações promovidas por esses projetos, busca-se apontar para os desdobramentos na vida de mulheres nas localidades que são acessadas por essas propostas.

16h10 às 17h

Incluindo a Educação Climática na Legislação Brasileira: Desafios e Caminhos

A mesa de especialistas em Educação Ambiental e Climática tem como objetivo central discutir estratégias para a inclusão efetiva da educação climática na legislação brasileira. Com base na Lei nº 9.795/99, que estabelece a Política Nacional de Educação Ambiental, debateremos se é necessário alterar essa legislação ou propor projetos de lei específicos para a educação climática.

17h10 às 18h

O papel da filantropia no enfrentamento à crise climática na Amazônia

Discutir o papel das organizações filantrópicas e do investimento social privado na agenda climática para a redução da desigualdade socioambiental e climática na Amazônia.

18h10 às 19h

O ressurgimento do corte da seringa como meio de vida sustentável: A parceria que retomou a história

O objetivo é apresentar a experiência de valorização da economia florestal no Acre a partir da atividade extrativista da borracha, a parceria com a empresa francesa de calçados VEJA, SOS Amazônia, cooperativas e extrativistas, enquanto instrumento de manutenção da cultura extrativista, renda para comunidades locais e a conservação da natureza.

Credenciamento

08h30 às 9h30

Credenciamento

Auditório Gilson Vilaça

09h30 às 11h

Abertura

Objetivo da abertura é iniciar os trabalhos da etapa de Natal (RN) da V CBMC em 2023, trazendo toda importância da mobilização, já histórica, perene e coletiva colocada pelo movimento. Será um momento de demonstração pública do alinhamento das lideranças dos diversos setores com o constante aumento de ambição climática colocado pela agenda de clima e meio ambiente no Brasil. Contaremos com dois momentos nesta abertura, a primeira com as observações da sociedade civil e do setor empresarial e a segunda com as autoridades públicas presentes.

Auditório Gilson Vilaça

11h10 às 12h

As perspectivas da governança climática multinível e multissetorial

Para que o país cumpra os compromissos climáticos e se torne uma liderança nos esforços para limitar o aquecimento global. é imprescindível dispor de instância de governança robusta e efetiva. Este painel vai apresentar a proposta do atual governo de estruturação do Sistema Brasileiro de Governança Climática (SISCLIMA), cuja missão é a formulação, implementação e monitoramento de uma política climática multisetorial e multinível, articulada com o setor privado, organizações da sociedade civil e a comunidade científica, garantindo sua credibilidade, transparência e efetividade.

Auditório Gilson Vilaça

14h às 14h50

Mitigação: Construindo trajetórias de descarbonização aderentes ao contexto brasileiro

O governo brasileiro já retomou o nível de ambição dos compromissos do Brasil junto ao Acordo de Paris, alterado no governo anterior, elevando a projeção de redução das emissões de GEE de 37% para 48% em 2025 e de 50% para 53% em 2030, na comparação com os níveis de 2005. Mas, para que o país se coloque efetivamente como uma liderança climática global, é preciso ir além. Este painel busca discutir os caminhos para uma estratégia nacional de mitigação e planos setoriais que reduzam as emissões de GEE, com instrumentos e mecanismos de financiamento que garantam sua credibilidade, transparência e efetividade para uma transição econômica e ecológica em benefício da sociedade brasileira.

Auditório Gilson Vilaça

15h às 15h50

Do PNA ao Plano Clima: os novos caminhos da adaptação no Brasil

Desde o lançamento do Plano Nacional de Adaptação, em 2016, e uma interrupção na implementação de políticas federais que pode ter custado inestimados prejuízos ao país, somente agora foi retomado o esforço de fortalecimento da agenda nacional de adaptação do Brasil. No âmbito do Plano Clima, serão revisados a Estratégia Geral e os planos setoriais de Adaptação, com o propósito de reduzir a vulnerabilidade aos impactos climáticos, promover a capacidade adaptativa e de resiliência e mobilizar os atores do setor público, do setor privado e da sociedade civil. Este painel pretende debater as diretrizes da nova agenda de adaptação e os desafiadores compromissos de enfrentar as desigualdades e impulsionar a justiça climática, numa resposta que precisa observar a magnitude e intersetorialidade do problema.

Auditório Gilson Vilaça

16h às 16h50

Eventos climáticos extremos no RN e o papel dos Governos

A atividade discutirá os eventos climáticos extremos no Rio Grande do Norte, seus impactos (econômicos, sociais e ambientais) e o papel do Governo (Federal, Estadual e Municipal) no enfretamento dessa problemática.

Auditório Tocandira

16h às 16h50

Fórum e Conferência de Mudança do Clima em rede

A atividade tem o objetivo de integrar ações da Conferência Brasileira de Mudança do Clima - CBMC e do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima - FBMC, visando criar um modelo de articulação permanente, em Rede.

Auditório Gilson Vilaça

17h às 17h50

A transversalidade da emergência climática no planejamento urbano. O caso de Natal e de João Pessoa

O encontro debaterá a importância de articular o planejamento urbano e os instrumentos de política urbana regulamentados pelo no Estatuto das Cidades com os diagnósticos, planos e estratégias que enderecem e transversalizam a questão da crise climática, trazendo o caso de Natal e de João Pessoa como inspiração para as cidades que estejam revisando seus planos diretores.

Atividade

18h

Atividade cultural + Café de encerramento

Auditório Gilson Vilaça

09h30 às 10h20

Viabilizando o financiamento climático: eventos climáticos extremos e reparação social

O objetivo do painel é discutir o papel do financiamento climático no caminho da implementação de estratégias NetZero. O Acordo de Paris estimava 100 bilhões de dólares anuais a serem doados para países em situação de vulnerabilidade climática, a partir de 2020 - estamos em 2023 e este valor ainda não saiu do papel. Na COP 27, realizada em 2022, discutiu-se caminhos para a criação de um fundo internacional de Perdas e Danos, fruto da acentuação da mudança do clima e eventos climáticos extremos. Agora é preciso decidir com urgência: quem seriam os doadores, os beneficiários e qual é o valor real para apoiar países em sua transição para uma economia de baixo carbono, bem como apoiar países em vulnerabilidade a lidar com a escalada dos eventos climáticos extremos? É imprescindível que esse processo seja multissetorial, incluindo diferentes esferas, como o setor privado, a filantropia e os movimentos sociais.

Auditório Gilson Vilaça

10h30 às 11h20

COP 28 e Global Stocktake: oportunidades e desafios para os atores não-parte

O objetivo deste painel é apresentar alguns conceitos básicos do GST e cascatear a discussão para a realidade dos estados brasileiros, pensando na relevância que o processo tem para as políticas ambientais subnacionais. O evento poderá catalisar discussões construtivas sobre como os estados brasileiros podem contribuir efetivamente para a revisão das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) no contexto do Acordo de Paris.

Auditório Tocandira

10h30 às 11h20

Caminhos para a Adaptação Climática: Governança Federativa, Transição Justa e Desenvolvimento Sustentável

O painel propõe uma reflexão sobre os desafios da adaptação climática no Brasil, com ênfase na governança federativa e nos riscos e impactos potenciais associados a medidas de adaptação desassociadas das premissas do desenvolvimento sustentável. Reconhecendo o protagonismo dos governos locais na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, conforme destacado na Agenda 2030, no Acordo de Paris e na Nova Agenda Urbana, a discussão visa mostrar as perspectivas acerca das estratégias de promoção de capacidade adaptativa dos territórios, evidenciando as interseções entre governança, desenvolvimento e desigualdade. O objetivo é propor uma governança federativa climática bottom-up, que seja capaz de implementar medidas adaptativas que assegurem o bem-estar das comunidades, a preservação dos recursos naturais, a qualidade de vida e a integridade do sistema ecológico-social-econômico em sua totalidade.

Auditório Gilson Vilaça

11h30 às 12h20

Práticas empresariais responsáveis para transição energética no semiárido

O painel tem por objetivo compartilhar como a construção de práticas empresariais social e ambientalmente responsáveis podem colaborar rumo a uma estratégia de transição energética no semiárido nordestino. Compreende-se o potencial econômico da região para viabilizar uma transição energética limpa e sustentável, atentando para o papel da articulação social, com a academia e com governos locais para compartilhamento de co-benefícios e bem-estar para as diferentes populações brasileiras.

Auditório Tocandira

11h30 às 12h20

Minimização das mudanças climáticas: a importância da preservação dos manguezais e da gestão de árvores e o impacto no microclima

As defesas que o Nosso Mangue e o Portal das Árvores trazem a importância de ações efetivas de recuperação, preservação e conservação, conciliadas a educação ambiental, os objetivos de desenvolvimento sustentável, políticas REED+, a legislação de pagamento de serviço ambiental, os tratados internacionais, lei de inovação, lei de negócios de impacto, exercício da legislação ambiental e a não segregação urbana em processos de urbanização.

Auditório Tocandira

14h às 15h10

A corrida para a descarbonização e o papel do setor elétrico brasileiro

É notória a relevância do papel do setor privado no caminho para a neutralidade de emissões até 2050, especialmente o setor de energia elétrica, hoje as maiores emissões de gases de efeito estufa a nível mundial. Esta primeira posição no ranking se justifica pelo contínuo uso de combustíveis fósseis para obtenção de energia. Em termos da geopolítica internacional, a Guerra da Ucrânia acentuou a dependência da União Europeia em fontes energéticas de origem fóssil, o que contradiz os esforços para redução das emissões e consequentemente o impacto do setor no agravamento da crise climática. O Brasil destoa deste cenário internacional com uma matriz energética baseadas em modais renováveis, mas que de toda forma apresentam impactos ambientais e sociais. Neste painel discutiremos o papel do setor de energia limpa e renovável em endereçar simultaneamente a redução das emissões a nível global, bem como o papel do Brasil e da sociedade brasileira em oferecer caminhos para uma transição energética que seja simultaneamente justa, sustentável e alinhada com as diferentes realidades dos territórios brasileiros.

Auditório Gilson Vilaça

14h às 15h10

Integração multinível para a efetividade da agenda climática brasileira

Discutir propostas concretas para o fortalecimento da integração multinível no Brasil, visando implementar de forma efetiva e urgente os compromissos climáticos assumidos pelos entes subnacionais (e.g. Carta da Abema pelo clima, Race to zero, Race to Resilience) e pelo país (NDC).

Auditório Tocandira

15h20 às 16h30

Emergências climáticas: quais os desafios e caminhos para uma estratégia de adaptação climática e gestão e prevenção dos riscos para os municípios

O painel elencará os principais desafios para os municípios, estados e empresas no enfrentamento das emergências climáticas hoje e no futuro, além de identificar as principais soluções na minimização dos riscos.

Auditório Gilson Vilaça

15h20 às 16h30

Políticas públicas para a transição energética justa no semiárido

O painel pretende abordar a discussão sobre a matriz energética brasileira e a promoção de uma transição energética que seja simultaneamente justa, inclusiva e de baixo impacto ambiental. Entendemos que as escolhas de infraestrutura energética virão a qualificar a posição ambientalmente responsável do país internacionalmente. Com isso a transição justa vira uma oportunidade tanto de resiliência climática e enfrentamento a mudança do clima se acompanhando com políticas de salvaguarda as populações e counidades nos terriótio. Ademais, uma transição energética justa se torna uma maneira de reposicionar o setor privado brasileiro em sua ambição ao cumprimento do Acordo de Paris.

Auditório Gilson Vilaça

16h40 às 17h50

Estratégias climáticas estaduais

Os estados estão comprometidos com as metas do Acordo de Paris e com a NDC Brasileira e vem desenvolvendo diversas estratégias para a implementação da agenda climática em seus territórios, dessa forma a atividade “Estratégia Climáticas Estaduais” objetiva debater a resposta adotada pelos Governos Estaduais à ameaça urgente da mudança do clima.

Atividade

18h

Atividade cultural + Café de encerramento

Auditório Tocandira

09h30 às 10h40

Energia eólica – Como pode ser boa para as pessoas, além de ser boa para o clima?

O painel busca debater formas para que a energia eólica seja uma solução para crise climática ao mesmo tempo que respeita as populações onde os empreendimentos são instalados, em seus modos de vida, sua cultura e qualidade de vida.

Auditório Gilson Vilaça

09h30 às 10h40

Desafios e oportunidades do mercado de carbono para o Brasil

A atividade tem o objetivo de promover uma mesa redonda acerca do mercado de carbono voluntário e regulado, e seus desdobramentos para o nível subnacional no Brasil (incluindo a regulamentação do artigo 6 do Acordo de Paris, o PL 450/2022 e demais proposições) apontando os desafios e oportunidades para sua implementação.

Auditório Tocandira

10h50 às 11h40

Juventude nordestina e a internacionalização da sustentabilidade: um olhar para o futuro

O objetivo deste painel é explorar as iniciativas lideradas por jovens no Nordeste brasileiro que estão impulsionando a internacionalização da sustentabilidade. Vamos destacar suas histórias de sucesso, compartilhar lições aprendidas e discutir como o envolvimento da juventude pode catalisar mudanças positivas na região, promovendo o desenvolvimento sustentável.

Auditório Gilson Vilaça

10h50 às 12h

De Dubai a Belém: apresentação e contribuições ao plano nacional de mudanças climática

O painel buscará discutir o acúmulo de conhecimento e aumento da resiliência climática brasileira em 2023. A partir disto, entender como se dará o caminho até a COP30 em Belém. Entende-se o papel de protagonismo do Brasil como uma potência de economia verde e promoção de direitos socioambientais.

Atividade

12h10 às 12h30

Atividade de encerramento

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